Quebro o caixo do pingo torena
No velho sistema que aprendi bem
E o sol vem me dar oh de casa
Pedindo uma vasa pro dia que vem
Pra traze nova lida que espera
O peão que da terra o sustento detém
Pondo a vida e a tropa na estrada
Sempre enfileirada fincando o garrão
No repuxo do pingo estradeiro parando
Rodeio no velho rincão
Madrugadas campeiras
Estrelas boeiras
Ditando a cadencia do meu coração
No repouso do gado meu pingo entonado
Refugando abrigo do velho galpão